Como vimos numa das madrugadas anteriores, o Santuário no qual Jesus está ministrando, é “o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu e não o homem”. Hebreus 8:1-2.
Por meio dos símbolos e dos rituais, Deus Se propunha captar a atenção de Israel e focalizá-la no ministério sacerdotal do grande Sumo Sacerdote, Cristo Jesus.
O santuário ilustra três fases do ministério de Cristo: a) O sacrifício substitutivo; b) A mediação sacerdotal; e c) O juízo final.
A primeira fase foi cumprida na cruz, quando Cristo morreu pelos pecados da humanidade.
O ministério de intercessão foi iniciado quando Ele ascendeu “à destra do trono da majestade nos Céus”, e continua até o presente, pois Ele vive “sempre para interceder” por nós. Hebreus 7:25.
O sacrifício substitutivo e a intercessão eram algo que ocorria diariamente no santuário terrestre. Mas, uma vez por ano, o sumo sacerdote participava da cerimônia do dia da expiação.
Dessa forma, o Dia da Expiação ilustra o processo de juízo que focaliza a eliminação do pecado. Os acontecimentos que ocorriam no dia da expiação ilustram as três fazes do juízo final de Deus: investigativo, determinativo e executivo.
A proximidade do Dia da Expiação requeria um preparo especial do povo de Israel. Esse dia era dedicado a uma profunda introspecção e reflexão. O povo jejuava e se dedicava à oração.
Da mesma forma hoje, vivemos o grande dia antitípico da expiação. Hoje também, Deus requer de Seu povo hoje, que experimente um arrependimento sincero do coração.
Todos os que desejam que seus nomes sejam mantidos no Livro da Vida, devem acertar contas com Deus e com seus semelhantes durante este tempo que está se realizando o juízo de Deus.

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