O que sentem eles?
1. Nossos animais.
“A inteligência apresentada por muitos mudos animais chega tão perto da inteligência humana que é um mistério. Os animais veem e ouvem, amam, temem e sofrem. Eles se servem de seus órgãos muito mais fielmente do que muitos seres humanos dos seus. Manifestam simpatia e ternura para com seus companheiros de sofrimento. Muitos animais mostram pelos que deles cuidam uma afeição muito superior à que é manifestada por alguns membros da raça humana. Criam para com o homem apegos que se não rompem senão à custa de grandes sofrimentos de sua parte”. A Ciência do Bom Viver, 315.
2. Nossos familiares.
3. Nossa igreja, irmãos e irmãs.
4. Nossos colegas de trabalho.
5. Pessoas que entram em contato conosco.
6. Nossos adversários.
7. Os anjos de Deus. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra”. Salmo 34:7.
Bíblia: 2 Pedro 3:9-13, “Não retarda o Senhor a sua promessa, ainda que alguns a julguem demorada; todavia é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se. Virá, entretanto como ladrão, o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se derreterão, e a terra e as obras que nela existem serão desfeitas. Ora, sendo que estas coisas serão assim desfeitas, que pessoas vos convém ser, em santo trato e piedade, aguardando e apressando a vinda do dia de Deus, por causa do qual os céus incendiados serão desfeitos e os elementos abrasados se derreterão? Nós, porém, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça”.
A indagação é: Que pessoas nos convém ser?
Em outras palavras:
Que tipo de cristão sou eu?
Qual a influência da minha vida?
Que diferença faz na vida das pessoas a minha relação com Deus?
Bíblia: 1 Pedro 2:9, “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.
Quem somos nós?
Raça eleita, nação santa, sacerdócio real, povo de propriedade exclusiva de Deus.
Para que somos tudo isso?
Para proclamarmos as virtudes daquele que nos chamou das trevas, para sua maravilhosa luz.
Bíblia: Mateus 5:13-16, “Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? Para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”.
A ilustração do sal fala do nosso caráter; a luz fala do nosso testemunho.
Observe que Cristo falou primeiro do sal da terra e depois da luz do mundo. Assim o caráter precede o testemunho.
O Cristão como Sal da Terra:
O sal, cloreto de sódio. Tem propriedades importantes.
O sal é preservador: Ele conserva e preserva; daí ser figura da pureza.
Sua cor alva também fala disso.
Ele evita a deterioração.
O sal produz sede: É a multidão perguntando aos apóstolos: “Que faremos varões irmãos”? Atos 2.37.
É o carcereiro de Filipos clamando: “Senhores! Que é necessário que eu faça para me salvar”? Atos 16.31.
São as multidões à procura de Jesus Mateus 4.25; 8.1; 12.15; 14.14.
O cristão, como sal, cria sede espiritual nos outros, e, como luz, conduz as pessoas Àquele que é a fonte da salvação.
O sal é invisível quando em ação: O sal antes de ser aplicado é visível, mas ao começar a agir, temperando, preservando, etc., toma-se invisível.
O sal age age de forma invisível, mas sua ação é claramente sentida.
Num mundo de tantas mudanças estamos precisando de sal e luz.
Eu creio plenamente que a Igreja deve ser o lugar onde até mesmo os diferentes se sintam bem. E talvez a missão de tornar a Igreja esse lugar tão especial seja nossa, “dos iguais”.
O Cristão como Luz do Mundo: Diferente do sal, que não é visto em ação, a luz só tem valor quando é percebida. A ausência da luz permite que a escuridão prevaleça. Mas, quando a luz chega, as trevas desaparecem.
A luz não tem preconceitos: Ela tanto brilha sobre um criminoso como sobre uma criança inocente. Ela tanto brilha sobre um lamaçal, como sobre uma imaculada flor.
O cristão deve distribuir a luz do Evangelho de Cristo sobre todos os povos, raças, culturas e indivíduos, independente de idade, sexo, cor, religião, profissão e posição.
Para sermos a luz do mundo, dependemos sempre do óleo do Espírito Santo para possamos difundir a luz de Cristo e a luz do Evangelho.
A luz não se mistura: Mesmo que ela ilumine lixo, sujeira, lamaçal, etc, ela não se contamina.
Como cristãos devemos viver neste mundo tenebroso para difundir a luz de Cristo, sem nos contaminarmos com o pecado e as obras das trevas.
Sal e Luz.
A importância vital desses dois símbolos pode ser observada pelos efeitos que exercem.
É dever de todo cristão, ter uma vida íntegra, independente do modelo e dos padrões da sociedade moderna.
Como sal, precisamos viver de tal forma que, aqueles que nos veem e nos ouvem, sintam que nossa presença faz a diferença.
Como a luz, precisamos, através do nosso testemunho, contribuir para dissipar as trevas do pecado em nossa volta.
Conselho Romanos 12:1-2, “Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”.
Apelo:
Para ser cristão de verdade.
Só pela graça de Cristo.
Só permanecendo em Cristo, João 15:5.

Pastor Stina
Pastor Sênior da Igreja do UNASP-SP
05/11/2016

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