A vida de Cristo é para ser imitada. É um exemplo e ao mesmo tempo uma inspiração.
Pedro diz que Jesus nos deixou o exemplo (1 Pedro 2:21-23).
Como homem, Jesus teve fome, sede, sentiu frio, cansaço tristeza e até chorou. Mas, nunca deu lugar ao diabo, nem jamais cedeu em nenhum momento às tentações. Não houve nenhuma mancha de pecado em Sua vida.
Jesus veio para mostrar como o Pai queria que Adão vivesse e como gostaria que nós vivêssemos.
Sua morte significa resgate e salvação.
Na cruz Cristo uniu e resgatou a raça humana. Cristo invadiu a fortaleza do império das trevas e nos resgatou definitivamente para Seu reino.
“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor”. Colossenses 1:13.
João diz o seguinte: “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em Seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida”. 1 João 5:11-12.
Por Sua morte, Jesus conquistou a vitória sobre o império da morte.
A ressurreição era o tema central da pregação dos apóstolos. O Cristo que fora morta e ressuscitara sobre a morte e sobre o império do mal, voltaria outra vez e tiraria os mortos do sepulcro, concedendo-lhes a vida eterna.
Paulo destacou a relevância dessa doutrina com as seguintes palavras: “Se Cristo não ressuscitou é vã a nossa pregação, e vã a nossa fé. Mas, agora Cristo ressuscitou dos mortos, e foi feito as primícias dos que dormem”. 1 Coríntios 15:14 e 20.
É impossível alguém crer em Cristo e não acreditar na doutrina da ressurreição.
O que Deus tem reservado para nós é glorioso e inimaginável. Paulo concluiu o capítulo 15 de sua primeira carta aos Coríntios com as seguintes palavras: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre constantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é em vão”. Verso 58.

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